Um ocidental

Em Tóquio, o pai aguarda nervoso a chegada do primeiro filho. Enfim,
vem a parteira e lhe apresenta o rebento: alvinho, lourinho, olhinhos
bem azuis.

– “Que história é essa?” – ele pergunta espantado.
– “Bem…” – tenta explicar a enfermeira.
– “Só pode ter sido um «ocidental».”

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